quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dor de cabeça masculina!!!

Afinal… era tão simples…!

Um tipo que sofria de uma dor de cabeça crónica infernal foi ao médico que, depois dos exames da praxe, lhe disse:
- 'Meu caro, tenho uma boa e outra má notícia. A boa, é que posso curá-lo dessa dor de cabeça para sempre. A má notícia é que para fazer  isso preciso castrá-lo! Os seus testículos estão pressionando a espinha, e essa pressão provoca uma dor de cabeça infernal. Para aliviar o sofrimento, preciso removê-los'.
O tipo levou um choque, e caiu em depressão.Passou dias meditando.
Indagava se havia alguma coisa pela qual valesse a pena viver.
Não teve outra escolha a não ser submeter-se à vontade do bisturi.

Quando deixou o hospital, pela primeira vez, depois de 20 anos, não sentia dor de cabeça. No entanto, percebeu que uma parte importante  de seu corpo estava faltando.
Enquanto caminhava pelas ruas notou que era um homem diferente, e  que poderia ter um novo começo.
Avistou uma loja de roupas masculinas de classe e...
- 'É disto que eu preciso', disse para si mesmo.
- 'Quero um fato novo', pediu ao vendedor.
O vendedor, alfaiate de idade avançada, deu uma olhadela, e falou:
- 'Vejamos... é um 44   longo'.
O tipo riu:
- 'É isso mesmo, como é que o senhor soube? '
- 'Estou no ramo há mais de 60 anos', respondeu o alfaiate.

Experimentou o fato, que lhe caiu muito bem. Enquanto se admirava  no espelho, o alfaiate perguntou:
- 'Que tal uma camisa nova? '
Ele pensou por alguns instantes:
- 'Claro'.
O alfaiate olhou e disse:
- '34 de manga, e 16 de pescoço'.
E ele pasmado:
- 'Mas, é isso mesmo, como pôde adivinhar? '
- 'Estou no ramo há mais de sessenta anos', disse.
Experimentou a camisa e ficou satisfeito.

Enquanto andava pela loja, o alfaiate sugeriu-lhe:
- 'Que tal uma cueca nova? '
- 'Claro'.
O alfaiate olhou seus quadris, e disse:
- 'Vejamos... Acho que é 36'.
O gajo soltou uma gargalhada.
- 'Desta vez, enganou-se. Uso o tamanho 34 desde os 18 anos de idade'.
O alfaiate sacudiu a cabeça:
- Você não deve usar 34. O tamanho 34 pressiona-lhe os testículos contra a espinha, e essa pressão vai provocar-lhe uma dor de cabeça infernal...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ACIDENTES EM AUTO-ESTRADAS - AVISO

A crise ou outro conto curto ! NADA CONTRA OS ECONOMISTAS

A crise ou outro conto curto!
A crise

Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.

Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e
vendia os melhores cachorros-quentes da região.

Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela
estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e
gostava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão
e as melhores salsichas.

Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande
quantidade de fregueses.

O negócio prosperava...

Os seus cachorros-quentes eram os melhores!

Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.

O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai
continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com
os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma
séria conversa com o pai:

- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma
grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que
economizar!

Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem,
se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais,
vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e,
é claro, pior).

Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).

Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.

Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.

Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram
caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis.

O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos... faliu.

O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no
meio de uma grande crise.

E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o
meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise...'

VIVEMOS NUM MUNDO CONTAMINADO DE MÁS NOTíCIAS E SE NÃO TOMARMOS O
DEVIDO CUIDADO, ESSAS MÁS NOTICIAS INFLUENCIAR-NOS-ÃO AO PONTO DE NOS
ROUBAREM A PROSPERIDADE.

O texto original foi publicado em 24 de Fevereiro de 1958 num anúncio da Quaker State Metals Co

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Activado o Controlo por Radar na Via Verde

Pagamento de COUVERTS em Portugal pode levar a coima até 35 mil euros

Redução de vencimentos: texto lucidodo Prof. Luis Menezes Leitão, da Fac de Direito deLx

Na Coreia do Norte???
Esta doeu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Redução de vencimentos: um texto lucido do Prof. Luis Menezes Leitão, da Faculdade de Direito de Lisboa, a fazer furor na blogoesfera...
por Luís Menezes Leitão


Fico perfeitamente siderado quando vejo constitucionalistas a dizer que não há qualquer problema constitucional em decretar uma redução de salários na função pública. Obviamente que o facto de muitos dos visados por essa medida ficarem insolventes e, como se viu na Roménia, até ocorrerem suicídios, é apenas um pormenor sem importância. De facto, nessa perspectiva a Constituição tudo permite.

É perfeitamente constitucional confiscar sem indemnização os rendimentos das pessoas.

É igualmente constitucional o Estado decretar unilateralmente a extinção das suas obrigações apenas em relação a alguns dos seus credores, escolhendo naturalmente os mais frágeis. E finalmente é constitucional que as necessidades financeiras do Estado sejam cobertas aumentando os encargos apenas sobre uma categoria de cidadãos.

Tudo isto é de uma constitucionalidade cristalina. Resta acrescentar apenas que provavelmente se estará a falar, não daConstituição Portuguesa, mas da Constituição da Coreia do Norte.

É por isso que neste momento tenho vontade de recordar Marcello Caetano, não apenas o último Presidente do Conselho do Estado Novo, mas também o prestigiado fundador da escola de Direito Público de Lisboa. No seu Manual de Direito Administrativo, II, 1980, p. 759, deixou escrito que uma redução de vencimentos "importaria para o funcionário uma degradação ou baixa de posto que só se concebe como grave sanção penal". Bem pode assim a Constituição de 1976 proclamar no seu preâmbulo que "o Movimento das Forças Armadas [...) derrubou o regime fascista".

Na perspectiva de alguns constitucionalistas, acabou por consagrar um regime constitucional que permite livremente atentar contra os direitos das pessoas de uma forma que repugnaria até ao último Presidente do Estado Novo.

Diz o povo que "atrás de mim virá quem de mim bom fará".

Se no sítio onde estiver, Marcello Caetano pudesse olhar para o estado a que deixaram chegar o regime constitucional que o substituiu, não deixaria de rir a bom rir com a situação.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Como Cobrar, Receber E Deixar O Devedor Encantado

A criatividade para atrair clientes tem sido sempre o maior desafio do mercado. Todos querem e precisam cada vez mais gerar atrativos para conquistar o consumidor de uma forma geral. Vender produtos e serviços atingindo a satisfação plena do seu público-alvo é o objetivo constante e o êxito deste objetivo sempre é alcançado por aqueles que mais investem na capacitação, no treinamento, na motivação de toda equipe envolvida no processo de qualquer organização. A meta é o “CLIENTE ENCANTADO” e o resultado sempre reflete no crescimento do faturamento das empresas. Então, por que na hora de vender todos procuram conquistar e na hora de cobrar preferem maltratar?

Existe uma máxima que diz: “A venda termina no recebimento”, e sendo isto verdadeiro, deveríamos aplicar o marketing também para cobrar e não somente para vender. Nas palestras sobre “COMO COBRAR & RECEBER”, percebo que os participantes envolvidos na área de Cobrança esperam sempre sugestões e dicas que aumente a punição ao devedor, que o Código de Defesa do Consumidor protege demais o devedor, e eles não podem sequer deixar recados com outras pessoas quando estão fazendo as cobranças. Muitos não se conformam em ter de cobrar sem poder ser mais SEVERO, sem a PRESSÃO. Acham que essas são as únicas armas que funcionam na cobrança.

Estão enganados, estão limitados, estão ultrapassados. A truculência ainda existe, mas está com seus dias contados. Quem não observar as mudanças e não se adaptar continuará com seus índices de inadimplência crescendo sempre. Os modelos de cartas de cobranças, por exemplo, continuam praticamente os mesmos há décadas, e criar atrativos para motivar a manifestação do devedor tem sido um exercício quase que inexistente no contexto da maioria dos dirigentes de cobranças. Este paradigma precisa ser mudado. Precisamos perceber que o dinheiro do consumidor é “migrado” para pagar juros e esses juros sempre são superiores ao valor do produto.

Precisamos perceber que as ofertas de consumo em praticamente todos os segmentos do mercado conduzem o consumidor para comprar somente a crédito. Precisamos perceber que este crédito é financiado e manipulado pelo nosso sistema financeiro que é o mais caro do mundo, portanto, as causas da elevação da inadimplência são muitas. É sempre muito fácil para os dirigentes de cobrança, que além de não analisar esses e outros aspectos motivadores do endividamento, utilizam fórmulas ultrapassadas para recuperar seus créditos vencidos e tentam justificar o insucesso chamando o devedor de caloteiro!

Vamos usar as técnicas de vender também para cobrar. Vamos inovar com o marketing na cobrança. Imagine um cliente devendo para a sua empresa e você envia uma carta de parabéns pela passagem de seu aniversário, desejando-lhe muitos anos de vida, prosperidade e que a empresa confia que ele vai o mais breve possível negociar e pagar sua pendência financeira. Esta é uma carta de “cobrança” diferente em uma data significativa para qualquer pessoa. Com certeza, este inadimplente se tornará um DEVEDOR ENCANTADO e sua empresa certamente será entre as outras que ele esteja devendo a primeira a ser procurada.

Este é apenas um exemplo de como podemos conquistar, encantar, seduzir e criar comprometimento do devedor de hoje que pode voltar a ser um consumidor consciente amanhã.

Abraços

Viagens a Preços Incriveis

Destinity